terça-feira, junho 23, 2009

23 de junho

Tchau vó. Vai com Deus.

mensagem pouca, muito pra dizer, muita concentração voltada pra segurar as pontas

domingo, maio 31, 2009

Will and Grace

Pseudo-atividade total:

– Grace, você quer transar comigo?
– Desculpe, Will, eu não transo com gays.
– Pois é, esse é o problema, eu sim.

Ótimo diálogo :oD

sábado, maio 30, 2009

Agradecimentos da monografia

(isso eu ainda não havia colocado aqui... ficou tão bonito)

À Cida Golin, paciente orientadora e organizadora dos meus pensamentos desconexos. Sem dúvida uma das melhores pessoas que a faculdade me permitiu conhecer, e um estímulo para ver na Academia um caminho para a vida.

À minha família, ela inteira, pelo acompanhamento e apoio, pela compreensão de que um universitário em fim de curso não tem tempo nem para respirar, que dirá para acompanhar a janta. Também as conversas e o interesse, as dúvidas e os estímulos.

À Editora da UFRGS; não pela instituição, mas pelas pessoas que a fazem ser um ótimo lugar para trabalhar. Às meninas da revisão, Rosangela, Gabriela, Fernanda e Fabiane, pela presença e auxílio nas dificuldades. Ao meu chefe, Paulo, pelo muito apreciado papel de professor exercido no dia-a-dia.

Aos meus colegas de faculdade, que me acompanharam por quatro anos e meio e que, se a vida seguir para um lado bonito, terão de me aturar por muito mais tempo ainda. Citar nomes, aqui, me levaria a uma obrigatória omissão ou esquecimento, portanto fica a mensagem: obrigado por terem crescido comigo.

Aos meus amigos, relegados a segundo plano por conta da vida de gente grande, mas que nunca deixaram de estar ao meu lado (mesmo que fosse por MSN ou por e-mail, todo santo dia).

Ao Ricardo, pela importância e influência, não tanto no trabalho quanto na vida.

Vida acadêmica

Eita saquinho... to há meses devendo um artigo pra Cida, que me orientou na monografia. A idéia é publicar em uma revista de São Paulo (ou algo parecido), mas eu me joguei no cantinho do quarto e estou postergando essa possibilidade há tempos. Engraçado, eu achava que só me auto-sabotava na vida amorosa...

Será?

Pode ser que a vida seja tão simples que tudo se resolva na atitude-zen "eu não desejo"? Tenho dúvidas quanto a isso. Gostaria de resolver meus problemas com uma atitude sincera frente ao que sinto, mas nos últimos dias tenho sentido uma espécie de nadinha irritante.

Claro, é bem possível que eu esteja me sabotando. Não seria a primeira vez, mas se o fiz, foi em busca de uma sensação superior. Foi? Who am I to tell?


Crianças, dia de chuva, não pensem.

quinta-feira, maio 28, 2009

Vast - Flames

Eu quero me sentir assim.

close your eyes
let me touch you now
let me give you something that is real
close the door
leave your fears behind
let me give you what you're giving me

you are the only thing
that makes me want to love at all
when I am with you
there's no reason to pretend
that when I am with you I feel flames again
just put me inside you
I would never ever leave
just put me inside you
I would never ever leave
you

Oito horas

Descobri que se eu dormir oito horas por dia consigo a energia necessária para aguentar as outras dezesseis! Fascinante e, até o momento, bastante funcional.

quarta-feira, maio 27, 2009

Preocupação com o olhar por sobre o ombro

Em uma hora atualizando minhas leituras blogueiras, encontrei três posts sobre a preocupação com o que os demais pensam de nós. Aí entra uma questão interessante: se todo mundo sabe que a opinião dos outros não deveria nos afetar, o que a torna tão poderosa e faz de nós tão vulneráveis?

Algumas vezes consigo jogar por terra o que os outros pensam. É uma pena que esses estados de "coragem" não costumam durar muito tempo, e logo me voltam as dúvidas.

Ontem, no ônibus, estava eu voltando pra casa e vi que também um quase-vizinho estava ali. Nós não conversamos, não temos contato há anos, e eu odeio esse tipo de situação, pois bizarramente me deixa desconfortável. Nós desceríamos na mesma parada, pois moramos muito perto. Quem acredita que eu considerei seriamente descer antes, a fim de não precisar caminhar meia rua em silêncio ao lado de alguém que eu conheço? Ou de ter que falar rapidinho coisas sem valor?

Acho que, no fim das contas, eu tenho medo da vida social.

quinta-feira, maio 21, 2009

Forever

Se nada dura pra sempre, pq tentamos fazer nossos trabalhos serem eternos? Ou ainda o amor, porque razão deveria o amor permanecer existindo ao longo da nossa vida?

Ai ai

quarta-feira, maio 20, 2009

Vergonha II

É evidente que as escolhas que fazemos são determinadas não somente pelos nossos desejos, mas também pelo modo que nossas atitudes serão enxergadas dentro dos grupos aos quais pertencemos. Muito do que se diz "coragem" (ou indiferença, ou frieza, ou idiotice) está em ser capaz de ignorar o olhar do outro. Problema nisso? Eu não vejo nenhum, conquanto ninguém seja prejudicado.

(ainda tenho que retrabalhar essa idéia de "prejudicado", já que pontos de vista diferentes podem apontar modos diferentes de se sentir prejudicado)

A única razão lógica para nos conformarmos com as regras de determinado grupo, creio, é a necessidade de pertença. Se formos excessivamente diferentes, não nos encaixaremos. Claro, essa é uma redução grosseira, principalmente porque, considerando indivíduos pensantes, é difícil constituir grupos homogêneos. Bem, eu não escrevo para seres não-pensantes, então não preciso me preocupar com as ditas massas (que ainda assim, imagino, possuem diferenças e particularidades para cada sujeito).

Ontem na aula me senti mal pelo trabalho não entregue, e não falei nada desde que começou a aula do professor de Utopia. O remorso estava me batendo, bem como a vergonha. O mesmo ocorre quando penso em pessoas que pintam os cabelos de cores diferentes das "naturais".


Todas as minhas idéias estão apontando para o mesmo lugar: a razão disso é o medo de não sermos aceitos, de sermos rejeitados e humilhados. De fato, uma questão de coragem, indiferença, frieza ou idiotice. Ou ainda tudo junto.

Será que eu consigo algum desses atributos como "padrão"? Considero uma tarefa quase impossível, considerando que sou versado em Comunicação... e não ser rejeitado é meio que o objetivo principal dessa maldita prática. Ai ai...
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