segunda-feira, abril 13, 2009

Ain...

A inexistência de compromisso firmado libera tudo? Se não há regras para seguir, é justo não criar nenhuma e viver sem nenhuma? =/

Ciências

Existe, por acaso, uma ciência do flerte?

domingo, abril 12, 2009

Nos próximos capítulos...

O que acontece quando a gota que gerou muitas ondas cai novamente no mar? Estou rumando para o exato ponto onde isso acontecerá, onde gotas novas surgiram e agora confrontarão a gota original. Tenho medo do resultado, fico feliz pelo caminho.

Life goes on

A espiral de novas aventuras continua girando absurdamente rápida. Enquanto voltava para casa hoje de manhã me peguei pensando no que havia aprendido. O sol estava bonito, a minha árvore favorita em toda a cidade continuava magnífica no lugar onde sempre esteve, o friozinho de um outono recém-chegado recepcionou minha felicidade.

Notícia boa do dia: meus padrões rígidos foram rompidos.

sábado, abril 11, 2009

Leiam o passado

Incrível como é tocante reler o que a gente escreveu anos atrás. Acabei de rever os momentos que antecederam a tensão do fim do ano de 2006, as renovações do ano de 2007. Minhas esperanças e dúvidas eram tão diferentes das de 2007 para 2008.

Se hoje eu tiver que escolher um ano em que fui feliz, escolheria 2006.
Suspeito, porém, que se em algum momento futuro tiver que escolher um ano em que vivi, 2009 será um desafiante poderoso.


Não estou em um estado constante de felicidade, o que é uma pena. Minhas aflições estão bem presentes, e vindo com força na maioria das vezes. Sou afeiçoado às certezas, as dúvidas me machucam. Tenho dúvidas, o que é sinal de que estou vivendo.

Ai.
Nasci num mundo desafiador. Nesse momento, porém, tudo que me importa é que o sol brilha bonito na rua e que logo sairei para respirar e provar mais uma colherada de vida.

Sábado

Já comentei algumas vezes o quanto eu enxergo sábados como dias especiais, não é? Ontem fiquei um bom tempo pensativo, deixando os pensamentos flutuarem enquanto ouvia belas músicas. O questionamento fundamental: o que é o amor? Tem ele lugar minha [na nossa] vida? Eu queria que a resposta estivesse ali, determinada, mas infelizmente não é tão simples.

Uma amiga terminou com o namorado, mas contou a apenas umas quatro ou cinco pessoas. Isso já faz algumas semanas, no mínimo, e neste fim de semana ela ficou com outra pessoa. Estava acompanhada de uma das amigas que já sabia do término, então não espantou a ninguém. Exceto, claro, se alguém estivesse passando por lá e a reconhecesse.
Os encontros frequentes com o ex-namorado (rebaixado à categoria de "fuck friend") vinham até então correndo sua alma, machucando-a e entristecendo-a. Tentei, no nosso último encontro, injetar-lhe um pouco de vontade, de loucura, de sede de viver. Acho que funcionou.


Será tão errado tentar compreender o mundo?
É verdade que se perde a vida enquanto se tenta entendê-la?
Não podemos mesmo ir lendo o manual antes de viver?


Há sete dias uma gota pesada caiu no meu mar. Dela diversas outras gotinhas surgiram, e muitas ondas empurrando o barquinho da vida de um lado para outro. Não importa o quanto o espírito da raposa tente liderar o caminho, o canceriano sempre encontra espaço para aparecer... Fica uma música para marcar o momento:

This is the way you left me
I'm not pretending
No hope, no love, no glory
no happy ending

This is the way that we love
like it's forever
Then live the rest of our lives
but not together

sexta-feira, abril 10, 2009

Com licença

Eu vou ali viver um pouco e já volto, ok?

Peeble in the pound

Imaginemos que somos um barquinho muito leve, que cada onda na água nos carrega para o lado, enquanto rumamos para algum lugar. Cada pessoa, cada instituição, cada idéia, cada palavra, é uma gota d'água que vem do céu e mexe a água de alguma forma, por consequência movimentando nosso barquinho.

De onde o barco vem indica as ondas que ele já enfrentou, os desvios pelos quais já passou, etc. Durante a chuva é impossível enxergar o destino, então o pobre barquinho não consegue definir um caminho. Ele pode seguir algumas idéias, alguma esperança, mas nenhuma certeza de um porto.

Para onde o barquinho vai? Algumas gotas e aprendizados ajudam a guiá-lo, mas e as gotas mais pesadas, que por vezes tentam afundar o coitado? Outras gotas desviam-lhe para caminhos menos atormentados, ou são tão fortes e geram tantas ondas que outras gotas não conseguem interromper o fluxo do barquinho.


Fica a pergunta: podemos prever onde cairão as gotas e, assim, escolher apropriadamente nosso caminho ao longo da água?

Feliz aniversário

Minhas mais sinceras congratulações :o)
Não preciso dizer que a tua importância está bem guardada no meu coração, né? Vinte e um agora, juiz daqui a pouco. Sabe que eu nem deveria comemorar esses acontecimentos, já que eles são tão evidentes? A gente comemora o que não sabia que ia acontecer, ou o que nos surpreende de alguma forma. Teu sucesso nunca me surpreendeu, pq sempre soube que ele viria.

Parabéns. Não só pelo aniversário, mas pelo presente que tu sempre foi ^^

quinta-feira, abril 09, 2009

Blog com fome

Ai ai
eis que a raposa antropomórfica está com fome de novo... é engraçado, pois o alimento dela é a minha tristeza, processada aqui na forma de pensamentos e reflexões.

Curiosamente tristeza é algo que está fora da minha vida há algum tempo. Nada de excepcional está gerando isso, nenhum grande amor, nada disso. O remédio para minhas dores é simples, e eternamente conhecido: não parar. Finalmente iniciei todas as atividades que eu desejava, até chegar ao ponto que realmente aprecio, ou seja, não ter tempo para tudo.

Aulas da especialização, aulas da graduação (aluno especial em psicologia), trabalhos freelances, trabalho regular na editora (há!, acho que finalmente o contrato ficou acertado), natação, sair com amigos, conhecer pessoas novas. Estou enxergando um padrão no fluxo constante de experiências novas e de irreparável mudança.


Ah. Eu finalmente entendi a idéia de ficar com três pessoas na mesma noite. Não digo mais que não serve para mim, dada a oportunidade eu aproveitarei, até porque tenho curiosidade de saber como isso se processa. Não fiz ainda, foram outras experiências (tão ou mais duvidosas quanto esta) que me alertaram.
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