segunda-feira, março 05, 2012

New York (4)


O Guggenheim é, dos museus que visitei em NY, o meu favorito. Não sei se porque é pequeno e, portanto, digerível em um dia, ou se porque foi o primeiro que visitei. Achei a arquitetura do museu tão parecida com a da Fundação Iberê Camargo, até fui pesquisar se não foram feitos ambos os prédios pelo mesmo arquiteto, Álvaro Siza, mas não, e aparentemente a construção em Porto Alegre é menos instável e dependente de reformas constantes que sua prima (?) em New York.

A visita ao Guggenheim me trouxe uma surpresa curiosa. Após subir as escadas do metrô, fui perguntar onde poderia encontrar o Central Park (meu ponto de referência para o museu) a uma mulher que estava em frente a uma banca de rua. Ao meu lado, uma outra mulher parou, presumivelmente esperando para também pedir informações. A moça da banca não apenas me explicou, como também perguntou onde eu estava indo e, ao saber, indicou o modo de chegar ao Guggenheim e ao Metropolitan. Ocorre que a outra mulher estava justamente querendo saber essa segunda direção.

Então fomos juntos conversando por três longas quadras, enquanto nosso caminho era ainda o mesmo. Em uma questão de minutos, descobri uma francesa que canta em bares e que vai a NY uma vez a cada um ou dois meses como parte de sua vida artística. Conversamos sobre arte, sobre museus, sobre a vida. Penso que também falamos de morar com outras pessoas, mas provavelmente estou já misturando as experiências que tive. Sensação gostosa de que a vida vibra!

Um comentário:

maria, lucia, maria lucia, lucinha, lu... disse...

Essa sensação é perfeita, né? Que legal saber que tu aproveita assim (mix de tudo).
Quanto a semelhança dos museus (iberê e guggenheim), deverias perguntar ao jorge, pois justamente esses dois foram estudos de caso da mono dele.

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